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NUTRIÇÃO INTELIGENTE. 

CULTURA DE FÓSFORO.


DOTTOR® P3.0



DOTTOR® P3.0 é um composto desenvolvido para otimizar tratamentos agrícolas, com as seguintes características principais:


Aumento da Eficácia

Potencializa a ação de ingredientes ativos aplicados em conjunto, melhorando o controle de agentes patogênicos (como fungos ou insetos).


Correção de Deficiências

Atua na reparação de deficiências relacionadas à membrana celular, síntese de clorofila e formação de lipídios em plantas, promovendo saúde vegetal.

Redução de Resíduos (LMR)

Auxilia na diminuição dos Limites Máximos de Resíduos (LMR) de fungicidas e inseticidas de ação prolongada, contribuindo para práticas mais sustentáveis.


Diferenciação

Não é um fungicida, mas um adjuvante ou complemento que melhora a eficiência de outros produtos, reduzindo a necessidade de doses elevadas. 

Aplicação

Ideal para integração em programas de manejo integrado (MIP/MID), garantindo maior segurança e eficácia em tratamentos fitossanitários.


MELHORE OS SEUS TRATAMENTOS CONTRA ESTAS DOENÇAS  (+ fungicidas recomendados por engenheiros).

Stemphylium vesicarium, Alternaria brassicaceae, Verticillium sp., Pythium, Rhizoctonia, Fusarium, Phoma lingam, Mildiu sp., Botrytis sp. ...


TSP.X

Ácido Fítico (IP6+glyCu) com Glicina: Funções e Mecanismos


A combinação de ácido fítico (presente nas sementes e tecidos vegetais) com glicina (um aminoácido essencial) pode potenciar diversas funções nas plantas e nos sistemas biológicos. As principais funções mencionadas são detalhadas abaixo:

1. Acção Antioxidante

- Ácido fítico: Atua como quelante de metais pró-oxidantes (ferro, cobre), inibindo a formação de radicais livres através de reações de Fenton.
- Glicina: Fortalece a síntese de glutationa (um antioxidante celular essencial), fornecendo grupos amino, aumentando a defesa antioxidante.
- Sinergia: A combinação contraria o stress oxidativo nos tecidos e células vegetais.

2. Protecção contra Patógenos Fúngicos

- Ácido Fítico: Reduz a disponibilidade de nutrientes essenciais (por exemplo, zinco, magnésio) para os fungos, limitando o seu crescimento.
- Glicina: Pode atuar como um sinal para ativar respostas defensivas nas plantas (por exemplo, produção de fitoalexinas).
- Efeito: Diminui a suscetibilidade a infeções fúngicas nas raízes e folhas.

3. Reserva de Energia na Central

- Ácido Fítico: Armazena fósforo nas sementes, libertando-o durante a germinação para gerar ATP (energia).
- Glicina: Participa no ciclo do ácido tricarboxílico (TCA), otimizando a produção de energia.
- Contributo: Facilita a mobilização de recursos energéticos durante fases críticas (germinação, stress).

4. Função Quelante

- Ácido fítico: Forma complexos insolúveis com metais pesados ​​(chumbo, cádmio) e minerais, reduzindo a sua toxicidade.
- Glicina: Melhora a solubilidade e a estabilidade dos quelatos, facilitando a sua excreção ou redistribuição.
- Aplicação: Útil em solos contaminados ou para prevenir a toxicidade por excesso de metais.

5. Formação de Clorofila

- Ácido fítico: Regula a disponibilidade de magnésio (um componente central da clorofila) através de quelação controlada.
- Glicina: Contribui para a síntese de porfirinas, precursoras da clorofila.
- Resultado: Promove a fotossíntese e o desenvolvimento de folhas saudáveis.

6. Regulação do Crescimento e Germinação

- Ácido fítico: Nas sementes, atua como inibidor da germinação até que as condições ambientais sejam as ideais.
- Glicina: Estimula a síntese de hormonas como as giberelinas, promovendo a quebra da dormência e o crescimento radicular.
- Equilíbrio: A combinação regula o tempo e a velocidade de germinação, melhorando a adaptação ao stress hídrico ou térmico.

Conclusão: 

A sinergia entre o ácido fítico e a glicina oferece um perfil multifuncional, otimizando a resiliência das plantas, a nutrição mineral e a resposta ao stress biótico/abiótico. A sua utilização é relevante na agricultura sustentável e na biofortificação de culturas.